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sexta-feira, 19 de julho de 2013

Salvem o tricolor paulista

 

Bruno Gonçalves


Já são nove jogos sem vitória, seis derrotas consecutivas e quatro delas dentro do Morumbi onde o São Paulo jamais havia perdido tanto. O que vem acontecendo com o tricolor paulista? A cartilha que vários clubes já seguiram para o rebaixamento este ano, o time de terceira maior torcida do Brasil vem seguindo a risca. A culpa é de quem?  Muitos vêm jogando a responsabilidade em uma única pessoa: Juvenal Juvêncio. Ele já teve problemas no tricolor na década de oitenta e o São Paulo também precisou acertar as arestas em 85-86 com os "Menudos" do Morumbi.

Acho que a diretoria do São Paulo vem perdendo força a cada ano ao deixar se perpetuar no poder o famoso “JJ”, fazendo do tricolor só mais um do mesmo. Nos últimos anos, desde a saída do técnico Muricy Ramalho, o São Paulo vem trocando de treinador seguidamente, perdendo profissionais espetaculares, como o preparador Carlinhos Neves. Hoje o São Paulo "anda" em campo e tem jogadores despreparados.

Antes o time contratava os jogadores cujos contratos estavam vencendo, não gastava em novas contratações, revelava jogadores e o CT de Cotia era um ótimo centro de treinamento. Mas as últimas campanhas dos times da base foram terríveis porque não revelava mais jogadores como antes, mesmo tendo vendido o atacante Lucas por um preço exorbitante no ano passado.

Porém, o maior problema do São Paulo se chama Adalberto Batista, diretor de futebol do clube. O cartola anda completamente perdido. Contrata jogadores como Clemente Rodrigues – dispensado do Boca Juniores, e também Reinaldo, atleta que estava encostado no Sport. O dirigente dispensou Cortez que mesmo em má fase não é pior do que Reinaldo. E o pior de tudo é que ele  entra em atrito com vários jogadores do elenco.  O “cara” da vez é Rogério Ceni, maior ídolo tricolor. Ou Juvenal Juvêncio muda sua diretoria de futebol ou terá surpresas desagradáveis durante todo o Campeonato Brasileiro. Todos sabem que este é um torneio equilibrado e dificílimo entre todos os certames do mundo.

Torcedores tricolores vêm "juntando os cacos" e neste momento não adianta criticar jogador até porque o elenco é este mesmo que esta aí. Será uma temporada complicada e sem o apoio da torcida o time pode cair de rendimento ainda mais. Sem dúvidas, é uma das maiores crises pelo qual o São Paulo já passou. Como diz o hino do clube "Salvem o Tricolor Paulista". Os torcedores do São Paulo precisam salvar o tricolor de uma fase negra e de uma das piores tragédias de sua história. Estou falando da ameaça de rebaixamento. O Brasileirão pode estar no inicio, entretanto, logo estaremos no final do ano e se fase continuar, o time poderá muito bem estar disputando para não cair. Equipe grande em "zona da degola" se complica e fica como em uma areia movediça tentando se safar.

O novo técnico Paulo Autuori não é o salvador da pátria e só com conversa não tirará a equipe da situação em que está. No meio de tudo isso, ainda disputará campeonatos que serão bons para tirar o elenco de toda essa efervescência em que se encontra o Morumbi e poderá voltar com o elenco unido, mostrando um futebol melhor. É guardar e esperar.

Insisto aqui: salvem o tricolor paulista porque hoje, mais do nunca, caro torcedor, ele precisa de sua ajuda.

sábado, 15 de junho de 2013

O prólogo do Brasil


Bruno Gonçalves

Estou aqui pensando no que escrever e pensei em falar dos atos de manifestações que a população está tendo contra o aumento das passagens no estado de São Paulo, e no Rio de Janeiro e em outras capitais da República. Mas lembrei de que aqui falamos de esporte.

Caro leitor, o Brasileirão parou. Uma pausa de vinte dias para que os clubes se ajustem, remontem suas equipes e lutem pelo título mais cobiçado do futebol nacional, pela Copa do Brasil e por uma vaga na Libertadores 2014. Agora vem a Copa das Confederações, que já é um sucesso de vendas de ingressos.

Mesmo que para pegá-los tenha sido uma luta, há relatos de pessoas nos pontos de retirada de ingressos que ficaram mais de uma hora aguardando à entrada tão cobiçada. Claro que também os estádios e os seus arredores estão inacabados.

A banda larga dentro dos estádios ainda não vai funcionar, mas a bola vai rolar e no final é isso que importa, certo? No contexto está certo sim, mas tivemos sete anos para montar uma Copa das Confederações bem melhor do que essa que será passada para milhares de países e que no final a imagem que vai importar será a imagem do campeão levantando a taça.

Mesmo eu querendo - e muito - que fosse levado pelos jogadores que disputarão a competição que o Brasil é um país superior há muitos aos quais eles já passaram. O assunto está chato, mas a coluna de hoje é para alertar ao brasileiro que vai curtir a competição que podemos fazer e fazer bem feito uma competição nesses moldes.

Surgirão imprevistos, mas eu quero pensar que isso é um começo um prólogo para um novo Brasil. Precisávamos partir de algo tudo o que virá depois precisa ser melhor, não quero que o legado seja os estádios. Quero que o legado seja melhores aeroportos, melhores estradas e uma melhor tecnologia que fará com que o povo brasileiro possa usufruir dessa série de coisas citadas.

Agora não ficará tudo pronto até a Copa do Mundo haverá coisas que vão se prolongar, muito por causa da burocracia brasileira, muito por causa das nossas políticas municipais, estaduais e federais, que não se entendem. O Brasil é heterogêneo demais para ser homogêneo e é desse mal que sofremos: o pessimismo que nos envolve e que precisamos nos libertar para fazer com que uma competição nos faça crescer e nos alavanque para um patamar melhor em outras políticas.

A Copa das Confederações será um marco para minha geração. Somente daqui a dez anos saberei se houve legado benéfico ou não. Neste momento não posso criticar. Tenho de torcer para que o meu país faça o melhor.

E não estou falando de Neymar e companhia,  e sim dos torcedores brasileiros que precisam aprender a torcer aquele grito “Eu sou brasileiro com muito orgulho com muito amor...” deve ter muito mais significado. A torcida de vôlei precisa nos deixar e precisamos lembrar que torcer no futebol e muito maior que ser somente brasileiro.

Estou colocando ideias vagas em um texto que pode parecer vago. Caro leitor, o conceito é mostrar para você que a população brasileira vai ganhar não somente um título. Vai também ganhar garantias de um início de um novo país e que tudo começa agora, como diz meu irmão...

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Quem perde mais: o Palmeiras sem a Série A ou a Série A sem o Palmeiras?


Bruno Gonçalves


 De uma coisa tenho certeza: o Brasileirão da Série B sai ganhando e muito. Uma equipe como o Palmeiras numa competição como essa faz os clubes menores se mobilizarem de uma forma incrível para enfrentar um time com a tradição do Verdão.

O Campeonato Brasileiro da Série A, que teve início no sábado passado, tem grandes equipes. E se o Palmeiras deixou de disputá-la, ficou claro e explícito que foi por culpa do próprio Palmeiras que fez uma campanha beirando o ridículo.

Claro que em todo campeonato que se preze você, leitor, observa os clubes que participam e, mesmo que não conhecesse nada de futebol, colocaria o Palmeiras sempre entre os favoritos. Porém, os anos vêm reduzindo isso ao poucos e equipes como a do Palmeiras, que antes sempre estavam entre as favoritas, hoje vêm ficando cada vez mais entre os times medianos do futebol brasileiro.

Isso vem deixando torcedores do clube com mais títulos nacionais de cabelo em pé. Péssimas diretorias, jogadores que antes sequer vestiriam a camisa alviverde, hoje são protagonistas de um clube que já foi chamado duas vezes de Academia. Está na hora de os dirigentes do Palmeiras acordarem e voltarem a fazer da Sociedade Esportiva Palmeiras, um time campeão e cheio de glórias.

A série A do Brasileirão a cada ano vai sendo mais difícil jogar. E acho que pra um time se estruturar nada melhor que começar do zero. A Série B é um grande laboratório para isso. Mas existem times que não precisaram destes laboratórios, por exemplo, Santos e Internacional que se estruturaram e fizeram algo para profissionalizar o futebol. Hoje, por exemplo, muitos copiam o que de se tem feito de bom no time Colorado e no time da Baixada. Espero que mais times copiem o modelo vencedor.

Muitos palmeirenses dirão que não havia necessidade de cair novamente para arrumar a casa, isso não tem uma lógica, mas se pensarem bem, vão ver que a Série B terá uma audiência e procura fantástica em centros que grandes clubes não jogam, por causa do Palmeiras que ainda hoje mobiliza populações de cidades inteiras para verem o time atuar em campo.

E para que o Palmeiras lucre e cresça com isso, a diretoria deve descobrir várias maneiras para angariar fundos, por exemplo, aumentando o numero de sócios torcedores, montando um esqueleto para a equipe do ano do centenário e principalmente arrumando as finanças e colocando ordem na casa.

A Série A perde por mais um ano uma grande equipe até porque, com todo respeito aos torcedores de Portuguesa, Goiás, Criciúma, Náutico, mas hoje em dia fazem papéis de turistas e são as famosas gangorras do Brasileirão, sobem em um ano e caem no outro, não trazendo nada de útil ao campeonato.

A Série B ganha um campeão e a Série A perde a tradição, mas no fim quem perde mesmo é o torcedor alviverde que terá que viver mais um ano de calvário em uma divisão que jamais o clube deveria estar.

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Integrantes do Esporte na Rede dão seus palpites na Copa Libertadores

Como o prometido, aqui vão os palpites dos integrantes do programa para a Copa Libertadores da América. Amigo torcedor, confira e cobre todos nós depois! Um forte abraço.

PAULO ARNALDO LIMA




* Os confrontos se invertem quando, de um lado das semifinais está um time de um país e, do outro, outro time do mesmo país.

FINAL DO PAULO ARNALDO: ATLÉTICO-MG X NEWELL'S OLDO BOYS
CAMPEÃO: ATLÉTICO-MG

ALEXANDRE ANÍBAL




FINAL DO ANÍBAL: VÉLEZ X OLIMPIA
CAMPEÃO: OLIMPIA

BRUNO GONÇALVES





* Os confrontos se invertem quando, de um lado das semifinais está um time de um país e, do outro, outro time do mesmo país.

FINAL DO BRUNO: SÃO PAULO X BOCA JUNIORS
CAMPEÃO: SÃO PAULO

LEANDRO MARTINS




* Os confrontos se invertem quando, de um lado das semifinais está um time de um país e, do outro, outro time do mesmo país.

FINAL DO LEANDRO: GRÊMIO X VÉLEZ
CAMPEÃO: VÉLEZ

ARTHUR DAFS



FINAL DO ARTHUR: ATLÉTICO-MG X GRÊMIO
CAMPEÃO: GRÊMIO

LUCIANE BRUNO



FINAL DA LUCIANE: CORINTHIANS X OLIMPIA
CAMPEÃO: CORINTHIANS