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quarta-feira, 2 de julho de 2014

Coluna Momento Motor: A Fórmula 1 para ou não para?

Paulo Arnaldo A. Lima
De São Paulo




Caro leitor. Intrigante! Semana passada, a categoria máxima do automobilismo anunciou mudanças no regulamento para o ano de 2015. No meio de um ano de extremas mudanças e ainda, avaliação dessas grandes mudanças. Ou seja, a temporada vive uma fase de transição.

Por isso, a Fórmula 1 passa por um ano bem esquisita. O ruído dos carros está estranho. A poluição diminuiu em meio aos apelos de uma Fórmula 1 mais eco. Porém, a sensação de que velocidade diminuiu, até para quem assiste as corridas na TV é evidente. A redução da quantidade de motores também coloca em xeque se as equipes conseguirão cumpri-la sem evitar as punições por utilização de motores extras – mais de 5 motores. Lembrando que a Fórmula 1 passou por grande mudança na especificação dos motores. Por fim, a Mercedes domina amplamente sem dar qualquer chance a concorrência. Mesmo num sábado de treino classificatório para o GP da Áustria ruim, não foi problema recuperar e dominar a corrida no domingo.

A metade da temporada deixa a dúvida no ar se a Fórmula 1 tomou a direção correta. Mal se recupera das mudanças técnicas. Imaginando que essa reunião fosse ajustar algumas coisas que não estão legais. Eis de que nessa reunião vem o anúncio de mais uma mudança de impacto para o ano que vem no regulamento esportivo. Pois bem! A relargada com os carros parados! Com o adendo de que isso ocorrerá desde que a entrada do carro de segurança não seja nas duas primeiras ou nas cinco últimas voltas da prova.


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Ou seja, no meio de um GP a corrida para! Um novo procedimento de largada é acionado. Atualmente isso só acontece na condição de bandeira vermelha, quando o motivo dessa paralisação é por uma causa extrema – chuva forte, um acidente com gravidade ou carros acidentados na pista que impedem a passagem de outros carros com segurança.
 
O que pensa os dirigentes da categoria máxima? Qual seria o motivo de um novo procedimento de largada, por exemplo, na metade de uma corrida? O possível motivo intriga!  Será que dirigentes imaginam que dessa forma, com parada e uma nova largada, as disputas por vitória ficarão mais emocionantes? Mais largadas numa corrida? Que absurdo! A Fórmula 1 de hoje precisa de ajustes!
 
Algumas mudanças precisavam ser repensadas com certa urgência. Essa mudança se tornou até inconveniente na situação de momento. Parece que a criatividade dos que dirigem andam empobrecidas. A verdadeira essência de uma corrida está se acabando. Às vezes, parece que a categoria máxima perdeu um pouco o rumo na questão de ideias! E o que mais preocupa e até chega a ser contraditório na essência e existência da categoria é que a Fórmula 1 para no tempo!
 
Notas do pódio no rodapé:
1º – A Williams evolui muito! Massa e Bottas foram muito bem. A pole de Felipe e o pódio de Valteris no GP da Áustria. Porém, Felipe Massa precisa melhorar e ser mais constante na corrida. Lembra a história do desgaste de pneus? Felipe melhorou nessa questão, porém precisa melhorar ainda mais.
2º - Na GP2, Felipe Nasr faz um campeonato interessante. Ele conquistou a segunda vitória, na corrida do sábado da etapa da Áustria. Ele está na briga e precisa desse título da GP2.
3º – Como as atenções estão voltadas para a Copa do Mundo, é impressionante como todos os outros esportes ficam em terceiro plano (nem digo em segundo plano). É compreensível. A próxima será somente daqui a 4 anos. Só deveria ter Copa do Mundo de esporte durante esse período. O mesmo deveria se aplicar durante o período de olimpíadas.
 

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Coluna Momento Motor: Das despedidas, até breve para alguns, adeus para outros.


 

Amigo internauta do Esporte na Rede. A última etapa da temporada, o GP Brasil de Fórmula 1  no circuito de Interlagos , com poucos objetivos na esfera esportiva, já que as coisas estavam bem definidas. Restava ainda o vice dos construtores, a décima posição que valia dinheiro para as duas menores equipes do grid (Caterham e Marussia) e para Sebastian Vettel em jogo, igualar o recorde de Alberto Ascari.

Nem por isso faltou uma pressão por resultado ou uma dose de emoção. Especialmente para aqueles que estavam se despedindo da equipe ou até da Fórmula 1. Por esse motivo, a corrida em Interlagos começou bem movimentada, com muita gente brigando por posições. É bem verdade, que o clima instável e de ameaça de chuva, até que deu um temperinho! Na largada, presenciamos a boa largada da dupla da Mercedes, com Nico Rosberg assumindo a liderança na ultrapassagem ao Vettel e com Hamilton ultrapassando Webber e Alonso para assumir a 3ª posição. Porém, na segunda volta, a dupla da Mercedes sofreu o revés. Vettel assumiu a liderança para não deixar mais escapá-la. Alonso voltou para o terceiro lugar com a ultrapassagem em Rosberg.  A Mercedes, com o acerto para condição de chuva, foi perdendo rendimento. Voltas depois, Webber ultrapassou Hamilton e Rosberg.

 
 

A corrida seguiu movimentada com Fernando Alonso e Mark Webber disputando a segunda posição por duas vezes. No fim, Webber acabou ficando com a 2ª posição. Felipe Massa, largou bem e alcançou a 6ª posição após largar da 9 posição. Massa também ultrapassou Rosberg para subir à a 5ª posição, porém foi punido na 31ª volta, por invadir a linha da faixa que fica na entrada dos boxes com as quatro rodas. Vale ressaltar que essa determinação de proibição de passar na faixa foi  excepcionalmente para essa corrida, decidido em briefing, por medidas de segurança.  Massa não se atentou a determinação durante a corrida e os comissários  aplicaram a punição com uma parada obrigatória nos boxes. O que acabou deixando o Brasileiro furioso e comprometendo um resultado mais próximo do pódio na última corrida pela Ferrari. Só achei que a punição foi exagerada e Massa poderia ter sido apenas advertido. Excesso no rigor.

 
 
 


Teve também o abandono de corrida de Romain Grosjean, logo cedo, devido ao estouro do motor Renault da Lotus. No mais, da metade da corrida para frente, a movimentação foi diminuindo e as posições foram ficando definidas. Lewis Hamilton tocou em Valtteri Bottas no final da reta oposta, o que lhe rendeu uma punição de parada obrigatória nos boxes e finalizar o GP em 9º lugar.
 
Não choveu, o quanto era esperado. Sem grandes disputas na pista, em meio ao chove e não molha, Vettel ficou com a vitória, Webber terminou  na segunda e Alonso na terceira posição. Felipe Massa, terminou na sétima colocação. A Mercedes ficou com o vice nos construtores, A Marussia papou o prêmio em dinheiro pela décima posição nos construtores e Vettel atingiu o objetivo de chegar ao recorde das 9 vitórias seguidas.
 
 
 
 

 
Já que o assunto desta coluna é despedida, a cena de maior emoção foi após a bandeirada. Com Mark Webber, tirando o capacete ainda dentro carro e com vento na cara conduziu o bólido , para se despedir de uma maneira diferente e especial da Fórmula 1. Esse foi um adeus em grande estilo!

 
 
Emoções também não faltaram ao Felipe Massa na garagem da Ferrari com cada componente da equipe. Felipe dá adeus à Ferrari e um até logo à Fórmula 1, com vida nova pela frente, na equipe Williams.  


 
 
Sergio Pérez também dá um adeus amargo à McLaren, mas espera que não seja o adeus à Fórmula 1. A McLaren se despede de um ano ruim, sem conquistar um pódio. Jenson Button conseguiu realizar a melhor apresentação da equipe neste ano, com o quarto lugar conquistado, apenas neste domingo em Interlagos.  Acho que a McLaren vai querer ficar no adeus com o ano de 2013!
Por fim, essa Fórmula 1, que habituamos a acompanhar nos últimos anos, dá adeus. Encerra-se o ciclo... a era dos motores V8 aspirados. Ano que vem, os motores serão V-6 turbo. Apesar de Vettel ter todo o mérito do domínio e das conquistas, desejamos encontrar um cenário diferente  de 2013. Com mais disputas e equilíbrio no grid de 2014.
 
 
Adeus Fórmula 1 2013. Até breve, Fórmula 1 2014!
 
 
Esporte na Rede na F-1, análise esportiva de qualidade!

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Coluna Momento Motor: Os apagados do ano que brilham no final!


Saudações internauta do Esporte na Rede! Na coluna Momento Motor dessa semana, a análise do GP dos Estados Unidos, realizado no circuito das Américas em Austin no Texas.
Sem nenhuma novidade com relação ao vencedor! Mais uma vitória de Sebastian Vettel, que bate o recorde de Michael Schumacher em número de vitórias seguidas numa única temporada. Vettel chega a oitava vitória e bate as 7 vitórias que o Schumacher havia conquistado em 2004. Se Vettel vencer no GP Brasil conseguirá igualar outro recorde, o de Alberto Ascari que conseguiu 9 vitórias seguidas entre as temporadas de 1952 e 1953.




Sobre o desempenho do alemão da RBR, simplesmente não há mais nada a acrescentar! Vitória tranquila e da mesma maneiras dos últimos GPs. Domínio absoluto sem qualquer ameaça.

Das últimas corridas, essa foi a mais monótona. Um contraste se compararmos com o circuito que é tudo de bom! Mas nem uma pista legal garante o espetáculo! Apesar de tudo, mais de 100.000 pessoas foram acompanhar essa corrida lá no Circuito das Américas. Sucesso de público! A questão do show é por que na F-1 de 2013 está tudo absolutamente definido. A F-1 vive um final de feira! Até Kimi Räikkönen resolveu cuidar da saúde e largou o cockpit nas mãos do compatriota Heikki Kovalainen, que no treino de classificação foi bem, ao marcar o oitavo melhor tempo, mas na corrida sentiu a falta de ritmo e terminou apenas na 15ª posição.


Mas o assunto dessa coluna é sobre uma turminha que passou o ano despercebido, que de repente resolveram fazer boas corridas! Romain Grosjean, Nico Hülkenberg e só nessa última corrida Valtteri Bottas.


Começamos com Romain Grosjean que depois da Red Bull, foi o piloto mais rápido do treino de classificação e no instante da largada roubou a segunda posição de Mark Webber que para variar, Webber de uma complicada na largada! Se bem que dessa vez o australiano da RBR largou do lado sujo da pista e estava realmente ruim largar dessa faixa da pista. Além da perda da segunda posição, Webber também perdeu a terceira posição para Lewis Hamilton. Mark Webber recuperou essa terceira colocação na 13ª volta, quando sem nenhuma dificuldade, conseguiu ultrapassar o inglês da Mercedes, que sofria com o velho conhecido e crônico desgaste de pneus.


O circuito oferecia pouca aderência e para a maioria dos carros representou menos consumo de pneus. Sendo assim, a estratégia padrão era fazer uma parada de boxes. Simples! Fazer a primeira metade da prova com os pneus de composto médio utilizados no treino de classificação até o pneu resistir e na segunda metade da prova com os pneus de composto duro.  A maioria dos pilotos parou entre as voltas 22 e 30. Vettel parou na volta 28 (exatamente na metade da corrida) e Grosjean, com a Lotus que não gasta pouco pneu, parou na volta 30.


Mas voltando a falar Romain Grosjean que teve trabalho na corrida e foi super bem! Guiou "pacas"!  Quando Grosjean voltou da parada de boxes na volta 31, teve a segunda posição seriamente ameaçada por Mark Webber. O piloto australiano da RBR conseguiu uma aproximação na faixa de 1 segundo. Porém Grosjean conseguiu conter as ameaças de Webber e até chegou a se distanciar, abrindo três segundos de vantagem, algumas voltas depois. Restando 10 voltas para terminar a corrida, Webber voltou ameaçá-lo. O piloto francês da Lotus conseguiu sustentar a segunda posição com unhas e dentes, sem vacilar e se desconcentrar.




Nessa segunda metade do campeonato, Grosjean demonstra amadurecimento, confiança e uma melhor maneira de guiar. Podemos afirmar que Grosjean fez a melhor corrida na Fórmula 1. E depois de Vettel, ele vem sendo o melhor piloto do grid, neste final de temporada.


Nico Hülkenberg também cresceu muito nesta parte da temporada e fez mais uma boa corrida. Batalhou com Fernando Alonso nas últimas voltas pela quinta posição. O alemão da Sauber até estava na quinta posição quando foi ultrapassado pelo Fernando Alonso na 45ª volta. Na última volta, o alemão protagonizou um momento de rara emoção na corrida, ao tentar dar o troco e fazer a ultrapassagem sobre o espanhol na curva 1, porém Alonso aplicou-lhe um “X” . Quase que Hülk conseguir recuperar essa! O pega foi legal!





Outro que se destacou foi  Valtteri Bottas que passou o ano bem apagado e bem esquecido, com uma Williams que passa por um ano terrível. Porém, nessa corrida, Bottas conseguiu fazer uma boa corrida, com consistência, cerebral e conseguiu levar a Williams à 8ª posição. Disparada a melhor corrida do estreante piloto finlandês, que no próximo ano, dividirá a garagem da Williams com Felipe Massa. Após a corrida, Bottas até chegou a mencionar o sentimento de alívio. E destacou que uma mudança no sistema de escapamento da Williams que definitivamente deu resultado. Que bom!



Quem teve um carro difícil de acertar e teve um péssimo final de semana foi Felipe Massa. O piloto brasileiro da Ferrari não conseguiu passar da 13ª posição, nem nos treinos e nem na corrida. Corrida para esquecer! Acho que Felipe também já está pensando na Williams para o ano que vem!




Semana que vem tem mais coluna Momento Motor, com tudo sobre o GP Brasil de F-1 em Interlagos. Afinal é a última corrida do ano, depois só ano que vem. Portanto, até semana que vem!







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terça-feira, 5 de novembro de 2013

Coluna Momento Motor: Como uma miragem


Amigo do Esporte na Rede. Neste domingo, houve o GP de Abu Dhabi de Fórmula 1. Para a Red Bull e Sebastian Vettel, apesar do inconveniente intervalo de apenas uma semana entre Índia e Abu Dhabi que gerou a falta de tempo para comemoração do título, a leveza de ter que disputar o GP sem o peso da luta pelo título é de lavar a alma! Certamente, a festa foi apenas prorrogada para a conhecida ilha da fantasia do Golfo Pérsico. Com a sétima vitória seguida e igualando o recorde de Michael Schumacher! Suave na nave!


Nos Emirados Árabes Unidos, o circuito  de Yas Marina cuja corrida é realizada no por do sol, mostra que a F-1 alcança um mundo de modernidade e muita sofisticação. Alguns, mais saudosistas, podem rotular como um circuito sem graça ou artificial. Claro que ainda prefiro Monza e Spa. Entretanto, desde 2009, quando a corrida passou a ser realizada neste lugar, cada vez mais me encanto com essa modernidade, a sofisticação da pista e de todos os detalhes que cercam esse GP. É bonito de ver essa corrida na TV e provavelmente deve ser muito bonito de assistir lá no circuito. As longas retas e a segurança que o circuito oferece, sempre proporciona boas corridas. Eu curto essa pista de Yas MArina! Diferente de Cingapura, que é um circuito de rua, também a noite, um lugar maravilhoso, porém não proporciona boas corridas. Cingapura fica mais pelo glamour da localidade e a beleza urbana.
Além de tudo isso, montanha russa, um hotel maravilhoso e uma passarela que cruza a pista diferente do se viu até então. É como uma miragem! Talvez o sonho sendo transportado para o mundo real!





Quem ainda vive aos sonhos é Sebastian Vettel, que passará essa semana comemorando o título com tranquilidade, provavelmente lá mesmo em Abu Dhabi. Mais uma corrida onde os concorrentes não o viram nem como uma miragem. Mark Webber, após marcar o melhor tempo do treino de classificação, sonhou com a vitória. Mas o pesadelo recorrente no domingo de largar mal e observar Vettel abrir grande vantagem já nas primeiras voltas continuam. Do segundo colocado para trás, a briga ficou entre Nico Rosberg, Mark Webber e Romain Grosjean. Mais para trás, a dupla da Ferrari e Lewis Hamilton, esse irreconhecível nas últimas corridas. Aliás, o humor e a paciência de Lewis Hamilton devem estar azedados.


Quem também passou um final de semana azedado foi Kimi Raikkonen. Que não viu a cor do salário prometido pela Lotus durante todo o ano. Estima-se que o saldo devido chegara a 34 milhões de reais. Neste GP, Kimi se apresentou para a equipe apenas na sexta-feira e ameaçou não participar das últimas corridas do ano. Nessa segunda-feira, pingou a notícia de que a Lotus conseguiu chegar a um acordo com o homem de gelo. A grana salva-vidas virá de um consórcio chamado Quantum.  Essa turma da Lotus tem espírito de aventura, hein? Em relação a corrida, Kimi não passou da primeira volta. Largando em último, ele acabou tendo um toque com Charles Pic e teve que abandonar com a suspensão danificada.
Felipe Massa fazia uma boa corrida. Massa fez mais uma ultrapassagem daquelas, na volta 25. Enquanto Adrian Sutil e Lewis Hamilton disputavam a quinta posição. Massa conseguiu ultrapassar Hamilton de maneira surpreendente em uma manobra fina! Posteriormente, Massa chegou a quinta posição, ao conseguir a ultrapassagem em Adrian Sutil. Foi o ponto alto de Massa na corrida. Mais para o fim, Massa estava à frente de Alonso na quinta posição, quando fez a segunda parada nos boxes na volta 38. A Ferrari optou por colocar os pneus de composto médio no carro de Massa. O brasileiro não conseguiu ter um bom desempenho ao final da corrida e ficou mais para trás. Ao contrário, Alonso parou na volta 45, a Ferrari colocou pneus de composto macio e o espanhol conseguiu ganhar várias posições e terminar na 5ª posição, enquanto que Massa teve que amargar uma 8ª colocação. O que gerou controvérsia após a corrida do próprio Felipe Massa pela escolha da equipe. Com razão, pois se os pneus de composto macio no carro de Felipe Massa duraram 18 voltas no início da corrida, com o carro mais pesado e com a temperatura mais alta. Por que será que a Ferrari fez essa opção? Aliás, é brincadeira como a Ferrari erra nas estratégias com o Felipe Massa! Chega a dar nos nervos!

O fim da temporada vai se aproximando, com tudo mais ou menos definido. Exceto as pendentes danças de cadeiras. Tudo indica que Felipe Massa irá para Williams (o que me desagrada), Nico Hülkenberg permanecerá na Sauber ( o que é uma pena) e Pastor Maldonado irá para a Lotus ( que é um piloto bom e que leva a grana da gigante petrolífera da Venezuela). Durante essa semana, essas questões estarão bem definidas... espera-se.

Amigo do Esporte na Rede,  encerra-se por aqui mais uma coluna Momento Motor! Até a próxima!



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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Coluna Momento Motor: As certezas e incertezas da F-1.



Saudações, amigo do Esporte na Rede! Neste final de semana, houve o GP do Japão de Fórmula 1, a 15ª etapa da temporada que foi realizada no tradicionalíssimo circuito de Suzuka.  É a certeza que o título está muito próximo de Sebastian Vettel. E é a quase certeza de que a conquista do tetra campeonato virá na Índia, já que para isso, basta uma quinta posição na próxima corrida.
 

 
Com o desempenho nas últimas corridas e nos treinos para o GP do Japão, o mundo tinha certeza de que Vettel venceria mais uma vez. Só que dessa vez, não houve a mesma facilidade das últimas corridas. Romain Grosjean e Mark Webber dificultaram a situação! Por sinal, Grosjean, o piloto da Lotus, da terceira posição no grid, fez uma belíssima largada e assumiu a liderança ao contornar a primeira curva após a largada e passou a primeira metade da corrida na primeira colocação. Com o bom desempenho de Grosjean no início, a certeza da primeira vitória dele na Fórmula 1 estava por vir. Entretanto, apostar na RBR é sempre a certeza de se dar muito bem.


Mesmo com Webber permanecendo na segunda colocação e Vettel na terceira posição, ambos reverteram a situação quando a RBR traçou mudanças de estratégia à partir da segunda parada nos boxes. Webber foi para uma tática de três paradas de troca de pneus, antecipando a segunda parada na volta 26. Com isso o australiano da RBR ficaria mais rápido no final da corrida e poderia chegar na primeira posição. Por outro lado, Vettel repartiu a missão em duas ações. Primeiro, aproveitar o baixo consumo dos pneus e prorrogar a segunda troca de pneus para a volta 38, mantendo a diferença para Grosjean que já havia trocado os pneus pela segunda vez na volta 30 em tática convencional (padrão). Segundo, após a troca e com pneus novos, Vettel conseguira ultrapassar com facilidade Romain Grosjean para conquistar a segunda posição – já que Webber estava na liderança neste momento.


A tática de Webber era excelente. Webber fez a terceira troca na volta 43. Porém o australiano falhou quando em não conseguiu ultrapassar Grosjean nas voltas posteriores após a troca dos pneus. O australiano só conseguiu a ultrapassagem na volta 52, ou seja 9 voltas depois. Webber já estava em ataque ao Grosjean na volta 46.  Se tivesse conseguido um pouquinho antes, certeza que ele pegaria Vettel para lutar pela liderança e até de repente, vencer a corrida.
Alonso fez o arroz com feijão terminando na 4ª posição, apenas, para evitar o título de Vettel no Japão. Massa vinha bem e no ritmo de Fernando Alonso  (2,3 segundos atrás). Mas o excesso de velocidade nos pits na segunda parada nos boxes resultou em punição. Drive-through e uma 10º posição amarga como resultado final. Amargo também foi o dia de Hamilton que teve um pneu furado após tocar no carro de Vettel na largada e abandonou prematuramente o GP.


Nico Hülkenberg com mais uma boa apresentação no Japão – terminando na 6ª posição, confirma a boa fase e tem a certeza de que estará em uma boa vaga no próximo ano! Entre Lotus e Force India.

Agora, comentando sobre o futuro da F-1, sobram incertezas! Deu uma esfriada nas possibilidades de Felipe Massa para o ano que vem! Convenhamos que ele não foi bem nas duas últimas corridas. A certeza de Massa permanecer na F-1 ainda resiste. Mas para onde, é uma incógnita. Lotus, Force India, Williams, McLaren, Sauber e até STR. Para onde vai Felipe, incerteza total!
 
Essa incerteza é interessante! As declarações vindas de dentro da McLaren, com certa insistência, do desejo pelo retorno de Fernando Alonso com tom de arrependimento do que aconteceu no passado, como um casamento mal resolvido, é de abalar a certeza de continuidade do Fernando Alonso na Ferrari, não? Mas, ainda ACHO, que Alonso não sairá da Ferrari.
No fim das contas, todos vivem nas certezas deste campeonato e nas incertezas do campeonato para o ano que vem. Como será a dança dos pilotos e como cada equipe estará no próximo ano, já que as mudanças no regulamento serão enormes, é um clássico voo às cegas. Por isso, a dança de pilotos está suspensa até segunda ordem! Especulações para tudo que é lado! Enquanto isso, procura-se a melhor rota nesta maré de incerteza.
O próximo GP será no dia 27 de outubro, na Índia, no circuito internacional de Buddh.

Encerra-se aqui a coluna Momento Motor dessa semana. Até a próxima!

 
 
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segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Coluna Momento Motor: O incrível Hülk



Amigo do Esporte na Rede! O grande nome do GP da Coreia do Sul mereceu o título dessa coluna!  Nico Hülkenberg ofuscou a corrida perfeita de Vettel, a boa recuperação de Kimi Raikkönen na corrida (chegando em 2º lugar)  e o excelente desempenho de Romain Grosjean durante toda a corrida. No caso do piloto alemão da Sauber, foi uma quarta posição bem valiosa. Nas últimas quinze voltas, Hülk se defendeu de todos os ataques de Hamilton, confirmando a melhores condições da Sauber atualmente. Foi um “pega” maravilhoso e uma defesa difícil para Hülk! Uma apresentação digna de quem merece estar em uma boa equipe no próximo ano.  Creio que se a Lotus chegando a um acordo com a Infinity e a Renault, o escolhido para substituir Kimi Raikkönen será ele, o incrível Hülk.
Pode ter sido a última corrida na Coreia do Sul, já que há rumores de que no próximo ano será descartado. É um circuito esquisitinho. Especialmente na longa reta entre as curvas 2 e 3 e na sequência de curvas do trecho final antes da reta de chegada. No retão, apesar do desconforto de percorrer com grande velocidade entre os muros de proteção bem rentes a pista, bons pegas rendem naquele setor.


Foi por ali que muitas coisas da corrida aconteceram. Bem próximo dali, na curva 3, que Felipe Massa rodou após a largada – fruto de erro admitido pelo próprio brasileiro ao frear demais para evitar uma batida com Nico Rosberg. Foi também no retão, que Nico Rosberg, ao ultrapassar o Hamilton, a asa dianteira de repente entortou e passou a raspar a pista, proporcionando um show visual de faísca envolvendo o carro da Mercedes.


Só não teve o tufão, prometido pela meteorologia. Mas teve fogo no carro do azarado Mark Webber. Ele sofreu a batida de Adrian Sutil e depois se viu obrigado a abandonar por causa do incêndio. Situação totalmente oposta de Vettel, que passa longe de qualquer contratempo. É impressionante o que acontece com o piloto australiano!  

Quem teve que se virar na corrida por causa do contratempo no início da corrida, foi Felipe Massa. O resultado final, a 9ª posição, não foi “aquela maravilha”! Entretanto, o ponto alto do brasileiro na corrida foi na volta 45, quando ele brigava pela 12ª posição com Sergio Pérez e à frente Esteban Gutiérrez e Pastor Maldonado estavam numa briga ferrenha pela 10ª posição. Os dois (Gutiérrez e Maldonado) deram espaço e Felipe Massa, em uma manobra muito feliz, se aproveitou da situação e abocanhou a 10ª posição – se livrando de Pérez e ganhando duas posições de uma vez.

Para finalizar a questão dos imprevistos, Pérez foi a vítima da vez dos compostos de pneus da Pirelli. A destruição do pneu na McLaren de Pérez lembrou aqueles piores dias do GP da Inglaterra. O mexicano engoliu a posição da Pirelli de que ele foi o causador do incidente com os pneus. Mas levantou a voz afirmando de que a Fórmula 1 ainda se arrependerá destes pneus. Particularmente, achei correta a atitude de Pérez. Os pilotos têm que manter esse posicionamento sob qualquer situação de ameaça da segurança deles.  Pirelli ainda em alerta!

Mesmo com as duas intervenções do Safety Car, a vitória do Vettel foi tranquila, apesar de acompanhada de perto dos dois carros da Lotus. A diferença, para Fernando Alonso que terminou em 6ª lugar neste domingo, aumentou para 77 pontos. Existe uma pequena possibilidade de Vettel conquistar o título no próximo domingo no GP do Japão. Basta vencer e aumentar a diferença superior a 100 pontos para o segundo colocado. As projeções indicam que essa conquista poderá se concretizar na India ou no máximo em Abu Dhabi.



Na próxima semana, tem mais. GP do Japão no tradicional circuito de Suzuka. Até lá!

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domingo, 29 de setembro de 2013

Coluna Momento Motor: À favor e contra o Brasil


 
O interesse do brasileiro pelo automobilismo se tornou algo bem complexo. Diferente da minha maneira de acompanhar e as razões pela qual gosto do automobilismo, não me limito acompanhar somente a Fórmula 1 e não só me interesso por uma corrida por causa das condições de vitória dos pilotos brasileiros. Claro que continuo torcendo pelos “brazucas”. Principalmente quando eles lutam por vitórias e títulos, no cenário internacional.
 

A contradição de 2013 envolve situações curiosas. De um lado, o não sucesso dos brasileiros na Fórmula 1  nos últimos anos. A eminência próximo ano, seguir a tendência de sem vitória e uma ameaça real de não ter um piloto brasileiro sequer representando a “categoria máxima”. Dúvidas! Felipe Massa continua em uma equipe competitiva na Fórmula 1? Rubens Barrichello será o piloto da Sauber? Felipe Nasr, mesmo sem uma vitória e sem o título na GP2, ocuparia uma vaga na Fórmula 1 devido ao bom aporte financeiro e parceiros que o patrocina?

 
Por outro lado, Tony Kanaan conquistou de maneira brilhante as 500 Milhas de Indianápolis, um dos três eventos mais importante do automobilismo. Helio Castroneves possui chances reais de terminar a temporada com a conquista do campeonato de Fórmula Indy. Na DTM, Augusto Farfus teve três vitórias na temporada e chegou a lutar pelo título. Na verdade, como Mike Rockenfeller terminou a corrida deste domingo (29/09) na Holanda, em segundo lugar, conquistou o título por uma prova de antecipação. Apesar de não conquistar o título, Farfus se transformou no piloto referência dentro do time da BMW. As vitórias foram sensacionais, em uma categoria que o Brasil nem tinha um representante até pouco tempo atrás. Na Europa e principalmente na Alemanha (base dessa categoria), há grande público acompanhando e os autódromos onde ocorrem as corridas estão sempre cheios. Além das marcas que estão envolvidas na categoria: BMW, Audi e Mercedes (que foi cogitado como destino de Massa caso ele deixe a Fórmula 1) competem nessa categoria tão bacana e que não deixe nada a desejar em relação a Fórmula 1. Quem acompanha, sabe o que estou falando.

 
Pois bem, do lado que o público brasileiro está habituado, problemas e indefinições para 2014. A Globo teve que assumir perante o público e parceiros comerciais uma garantia de continuidade na transmissão da atração no ano que vem. O outro lado, apesar de tantas conquistas, o espectador brasileiro não dá a devida atenção. Seria por causa da emissora detentora dos direitos de transmissão da Fórmula Indy e DTM, que neste caso é o grupo Bandeirantes, não está sendo feliz na divulgação e visibilidade dos eventos dentro da programação? Virou aquela questão de valorizar demais algo que está errado e desvalorizar algo que está dando certo! Impressionante, não?

Existe uma dificuldade enorme de convencer o público para olhar com brilho a conquista dos brasileiros nas outras séries. Mais difícil ainda convencer as pessoas de continuar assistindo a Fórmula 1 mesmo sem um brasileiro com chances de vitória. Aliás, as pessoas andam amargas quando cita o nome do Felipe Massa na F-1, como se ele tivesse com a obrigação de realizar as façanhas do trio Fittipaldi, Piquet e Senna. A morte do Senna foi outro fator que fez o público perder o interesse pela Fórmula 1. Ouço, todos os dias, pessoas dizendo que não acompanham a Fórmula 1 por causa da morte do Senna.

Comigo, o efeito foi totalmente inverso. Tinha 13 anos de idade quando o Senna se foi. Senna foi o meu herói da infância e adolescência. Chorei e me traumatizei naquele fatídico 1º de maio de 1994.  Assisti a temporada de 87 inteira, no terceiro título  de Piquet. Assisti as três conquistas de Senna. No meu autorama, tinha a Lotus de Piquet e a McLaren de Senna. Era como os outros. Acompanhava somente a Fórmula 1. O pós-morte me deu outra visão! Na ocasião, chateado com a Fórmula 1, resolvi assistir todas as outras categorias. Passei a admirar a Nascar, DTM, Stock Car do Brasil, Fórmula Indy, MotoGP, etc. No fundo, tinha certeza de que gostava, DE VERDADE, do automobilismo. A tristeza da Fórmula 1 passou e voltei a acompanhar a F-1, quando Jacques Villeneueve foi campeão da Indy em 95 e se transferiu para a Williams em 96.
Aos pilotos Brasileiros, continuarei sempre na torcida, por que além de gostar do esporte, reconheço o valor de todos vocês. Mesmo quando não tiver brasileiro na jogada, não conseguirei deixar de acompanhar a adrenalina da velocidade, a admiração pelo desafio de pilotar e curtir o ronco dos motores.

Parabéns Augusto Farfus pela grande temporada na DTM neste ano de 2013! Parabéns Tony Kanaan pela maravilhosa conquista nas 500 Milhas de Indianápolis! Helinho! Continuarei na torcida por você na conquista do título da  Fórmula Indy deste ano.  Estou também na torcida por Barrichello, Massa e Felipe Nasr - que na minha opinião, deveria brigar pelo título da GP2 do ano que vem, antes de ir para Fórmula 1, para chegar com outro status. E não simplesmente chegar a Fórmula 1, por que meia dúzia de brasileiros precisam ver brasileiro, ou melhor, um novo Senna na TV guiando um F-1. Vide, o que aconteceu com ex novo Senna, Felipe Massa.

 
 
Lembrem-se! Todos vocês são a essência do meu esforço e trabalho que realizo com o Momento Motor.  

Afinal, o Momento Motor do Esporte na Rede é análise esportiva de qualidade!

domingo, 22 de setembro de 2013

Coluna Momento motor: A supremacia Vettel


 
 
Amigo do Esporte na Rede. O domingo noturno em Cingapura não houve disputa pela primeira posição. Vettel foi invencível perante aos outros concorrentes do grid. O carro número 1 da RBR nas mãos de Vettel rendia acima de 2 segundos de vantagem após a largada e após a relargada do safety car por causa do acidente de Daniel Ricciardo. Foram “absurdos” 5,6 segundos de diferença para o segundo colocado Nico Rosberg após a segunda volta da corrida e 5,5 segundos para o mesmo Rosberg após a 33ª volta.
 
A questão agora é projetar quando Vettel conquistará o título! Nem Mercedes, nem Webber e nem a astúcia de Fernando Alonso. Porém Fernando merece o destaque na "super largada” , por causa do fantástico salto do 7º ao 3º lugar. Mesmo aparentemente não sendo páreo para Mark Webber e Nico Rosberg, o espanhol foi inteligente, ousado para permanecer na pista com a condição complicadíssima dos pneus ao final da corrida, para garantir a segunda colocação e não permitir, que a distância para Vettel no campeonato seja ainda mais dominadora. Em relação a perseguição ao líder, além da superação, pode ser mencionado a corrida de Kimi Räikkönen, que não foi nada bem no treino classificatório e devido ao problema de coluna, foi no limite, buscar uma terceira posição.

 
 

Quem levou azar mais uma vez foi Mark Webber. Tido como o segundo melhor carro na pista, passou boa parte da corrida na 3ª posição. À partir da 54ª volta, Webber estava mais atrás, na 7ª posição e com pneus novos, começou a escalar o pelotão. O australiano da RBR alcançou a 4ª posição, porém na última volta, um problema no câmbio o fez percorrer parte da volta até abandonar com o carro em chamas. Impressionante como tudo acontece com Webber e nada acontece com Vettel!


 
A supremacia Vettel chega a sétima vitória na temporada e 33 na carreira. Para o quarto título, Vettel abre 60 pontos para Fernando Alonso (247 pontos para Vettel e 187 pontos para Alonso).  A grande pergunta que fica no ar se Vettel superará os números de Michael Schumacher nos próximos anos! Porém, ano que vem, as grandes transformações na Fórmula 1 e essa sequência vitoriosa do alemão poderá ser interrompida. Pode ser? Mas a Red Bull tem o engenheiro mais competente e genial dos últimos tempos, Adrian Newey.  Talvez seja a “esperança” de todos os adversários, por que se a dupla Vettel e Newey começar bem no novo regulamento do ano que vem, os recordes de Schumacher estarão com os dias contados. 
 
 
Sobre 2014, os bastidores andam agitados. Na semana posterior ao GP da Itália, houve o anúncio oficial da saída de Felipe Massa da Ferrari. Durante o GP de Cingapura, ganhou forças o rumor de Fernando Alonso na McLaren no lugar de Sergio Pérez. Felipe Massa também corre por fora, e está de olho nessa vaga, embora atualmente o brasileiro esteja mais próximo de um acordo com a Lotus. Jenson Button está garantido por mais um ano.
A dificuldade de Alonso romper os compromissos com a Ferrari existe. Mas contratos existem para serem rompidos, já diria alguém por aí. Acho ainda pouco provável. Será realmente uma surpresa se o espanhol conseguir promover essa mudança. Se conseguir, contará com os promissores motores Mercedes V6 e em 2015 estará trabalhando com os motores Honda.
No caso de Felipe Massa, analiso que seria muito bom batalhar por essa vaga na McLaren. Embora a Lotus tenha o melhor carro neste ano e a McLaren está sendo um fiasco neste ano. A McLaren é uma equipe melhor estruturada. A Ferrai contratou o diretor responsável pela construção do carro da Lotus deste ano, James Allison. Outros componentes da equipe da Lotus seguiram o mesmo destino para a Ferrari. Além da Lotus não contar com o mesmo nível de investimentos. Por outro lado a Lotus aguarda a confirmação de parceria com a Renault. Porém pela Lotus circula algumas indefinições. A prioridade de Massa é permanecer em um time competitivo. Se a Lotus for a única opção, paciência, terá que abraçá-la.  
 
 
Aguardamos novidades e as cenas dos próximos capítulo
A coluna Momento Motor voltará após o GP da Coréia do Sul. Até lá!
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