Meus caros, sinceramente, falta um pouco de bom senso para a
comissão técnica da seleção brasileira.
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quarta-feira, 22 de outubro de 2014
sexta-feira, 16 de maio de 2014
A influência dos treinadores na má fase técnica do futebol Brasileiro
O futebol brasileiro é questionado pela falta de qualidade técnica atualmente. Hoje, as equipes priorizam muito mais a marcação do que o jogo ofensivo. Jogadores com características de uma boa marcação e fortes fisicamente ganham mais espaço no mercado da bola.
Treinadores que adotam sistema tático com três homens de meio campo, o famoso 4-2-3-1, têm como “elemento surpresa” o volante vindo de trás, infiltrando na defesa adversária. Mas quando se recompõem defensivamente, são três homens fechando o espaço de sua defesa.
O famoso 4-3-3 , com três atacantes, sendo dois abertos e um centralizado, é um sistema que há muito tempo deixou de ser ofensivo. Hoje, é um estilo de jogo adotado para jogar nos contra-ataques com dois pontas jogando na beirada do campo, mas que ambos tem a obrigação de marcar quando não têm a bola, fechando os espaços no meio-campo.
Mas por que faço esse questionamento tático? Na minha análise, os treinadores têm influência nessa má fase técnica do futebol brasileiro. Hoje, quando um time abre o placar, geralmente se fecha defensivamente, priorizando o placar mínimo, não tendo a ousadia de ampliar o resultado.
Já se foram os tempos dos jogos com os placares “largos”. É difícil você ver uma partida com goleada. Isso se deve à falta de ambição dos técnicos. Hoje a tática do jogo é mais importante do que a qualidade técnica.
Na Copa de 1982, disputada na Espanha, nossa seleção Brasileira apresentou uns dos melhores modos de jogar da história. Com um toque de bola refinado, a persistência em agredir a seleção adversária era um dos pontos fortes daquele time comandado pelo técnico Telê Santana. Porém, a eliminação na segunda fase diante da Itália foi questionada, devido ao excesso de agressividade. Muitos dizem que, se o professor Telê fechasse a seleção quando o placar estava favorável, a classificação seria conquistada.
Mas, o ex-treinador não fugiu das nossas características, tornando aquela seleção marcada para sempre. Dez anos depois, Telê ganharia um mundial com o São Paulo, com o mesmo futebol ousado, surpreendendo o Barcelona. Ou seja, Telê Santana estava certo!
Estamos a um mês de uma Copa do Mundo aqui no Brasil. Nossa seleção ganhou a última Copa das Confederações diante da Espanha, dona do último titulo mundial. Com todos esses ingredientes, o Brasil ainda é questionado na qualidade técnica. Dos 8 homens de meio campo convocados, 5 são volantes de origem.
Exceto Neymar, não temos um jogador entre os 23 convocados com características para desequilibrar uma partida. Isso me preocupa, porque é uma Copa do Mundo disputada dentro do nosso país, sem as nossas características que encantaram o mundo por cinco vezes. É uma seleção Brasileira com escola uma Europeia disputando um mundial em território nacional.
Rafael Jacobucci – O Faro da Bola
Treinadores que adotam sistema tático com três homens de meio campo, o famoso 4-2-3-1, têm como “elemento surpresa” o volante vindo de trás, infiltrando na defesa adversária. Mas quando se recompõem defensivamente, são três homens fechando o espaço de sua defesa.
O famoso 4-3-3 , com três atacantes, sendo dois abertos e um centralizado, é um sistema que há muito tempo deixou de ser ofensivo. Hoje, é um estilo de jogo adotado para jogar nos contra-ataques com dois pontas jogando na beirada do campo, mas que ambos tem a obrigação de marcar quando não têm a bola, fechando os espaços no meio-campo.
Mas por que faço esse questionamento tático? Na minha análise, os treinadores têm influência nessa má fase técnica do futebol brasileiro. Hoje, quando um time abre o placar, geralmente se fecha defensivamente, priorizando o placar mínimo, não tendo a ousadia de ampliar o resultado.
Já se foram os tempos dos jogos com os placares “largos”. É difícil você ver uma partida com goleada. Isso se deve à falta de ambição dos técnicos. Hoje a tática do jogo é mais importante do que a qualidade técnica.
Na Copa de 1982, disputada na Espanha, nossa seleção Brasileira apresentou uns dos melhores modos de jogar da história. Com um toque de bola refinado, a persistência em agredir a seleção adversária era um dos pontos fortes daquele time comandado pelo técnico Telê Santana. Porém, a eliminação na segunda fase diante da Itália foi questionada, devido ao excesso de agressividade. Muitos dizem que, se o professor Telê fechasse a seleção quando o placar estava favorável, a classificação seria conquistada.
Mas, o ex-treinador não fugiu das nossas características, tornando aquela seleção marcada para sempre. Dez anos depois, Telê ganharia um mundial com o São Paulo, com o mesmo futebol ousado, surpreendendo o Barcelona. Ou seja, Telê Santana estava certo!
Estamos a um mês de uma Copa do Mundo aqui no Brasil. Nossa seleção ganhou a última Copa das Confederações diante da Espanha, dona do último titulo mundial. Com todos esses ingredientes, o Brasil ainda é questionado na qualidade técnica. Dos 8 homens de meio campo convocados, 5 são volantes de origem.
Exceto Neymar, não temos um jogador entre os 23 convocados com características para desequilibrar uma partida. Isso me preocupa, porque é uma Copa do Mundo disputada dentro do nosso país, sem as nossas características que encantaram o mundo por cinco vezes. É uma seleção Brasileira com escola uma Europeia disputando um mundial em território nacional.
Rafael Jacobucci – O Faro da Bola
quarta-feira, 7 de maio de 2014
Já tivemos dias melhores...
Meus caros, é claro que iremos torcer pelo sucesso da nossa seleção nessa Copa de 2014. Estamos vivendo um ano atípico para todas as gerações que vivem nesse país da bola, vamos curtir intensamente a partir de junho o clima da Copa do Mundo.
Uma convocação tranquila, sem divergências por parte da
imprensa e torcedores, todos nós já sabíamos que não iria fugir muito dessa base
convocada, foram chamados os que temos de melhor.
O que me preocupa na minha visão de comentarista, é que esse nosso
melhor de hoje, é um dos piores que já tivemos. Principalmente no setor de
ataque, pra quem já teve um dia, uma quantidade de bons jogadores nesse setor,
atualmente apostamos as nossas fichas em um jogador apenas, o excelente Neymar, o nosso diferenciado,
acima da média!
Na função de centroavante, o Brasil já teve Coutinho,
Tostão, Careca, Chulapa, Romário, Ronaldo e Bebeto, entre outros, que nem sequer disputaram uma Copa do Mundo. Exemplos: Evair, Amoroso,
Palhinha etc... os mais recentes na década de 90.
Atualmente, dependemos de Fred, que devido ao seu histórico de
lesão, não nos passa confiança. E seu reserva de imediato Jô é bastante
questionado tecnicamente.
A seleção que irá para copa, tem a média de idade de 26 anos. Uma seleção jovem,
80% jogam no futebol Europeu, todos com uma certa bagagem. Porém, não têm a
afinidade com o futebol brasileiro, devido à ida
precocemente a Europa.
É um fato que tem que se preocupar, já que a copa será
disputada em território nacional. Tudo bem, que ganhamos a Copa das
Confederações, evento teste para o Mundial.
Porém, como diria o "saudoso"
jornalista Roberto Avallone: “Uma coisa é uma coisa, outra é outra coisa”.
Seleções virão mais fortes e focadas, mas será que a nossa
estará pronta para enfrentá-las? Essa
resposta só teremos a partir do dia 12 de junho! Esperamos uma seleção forte
coletivamente, já que tecnicamente temos raras exceções. O trabalho terá que ser em dobro por parte da nossa comissão técnica campeã do mundo, comandada por Felipão e Parreira.
Bem, que seja dada a largada, ficarei na torcida pelo Hexa ,
quero ver a minha seleção sendo campeã do mundo dentro do meu país. Mas, tenho
muita cautela, pois já tivemos seleções melhores.
Abaixo, a lista dos 23 convocados: Goleiros: Júlio César, Jeferson e Victor
Zagueiros, Thiago Silva, David Luiz, Dante e Henrique
Laterais: Daniel Alves, Maicon, Marcelo, Maxwell
Meio – campistas: Luiz Gustavo, Paulinho, Ramirez, Fernandinho , Hernanes, Oscar e Willian
Atacantes: Neymar, Fred, Jô, Hulk e Bernard
Rafael Jacobucci – O Faro da Bola
segunda-feira, 15 de julho de 2013
Coluna Momento Motor: A fantástica teoria da conspiração no esporte.
Paulo Arnaldo
(De São Paulo)
Amigo do Esporte na Rede! Com uma semana de inatividade na
Fórmula 1, vou abordar um tema um pouco diferente, porém o inserindo no
contexto da Fórmula 1. Pois bem, ouço por muitas vezes e de muitos amigos,
pessoas que acreditam que resultados em determinadas situações foram manipuladas.
Que time A entrega para time B numa decisão de título. Que atleta A entrega uma
disputa para atleta B. Que os envolvidos corrompem-se facilmente.
Os ares de conspiração ganham forte conotação quando se
trata de alguns episódios famosos em grande destaque no esporte. O final da copa
de 98, alguns acreditam, que a seleção
brasileira entregou a copa à França em esquema da Nike. Após a conquista desta Copa
das Confederações, os céticos duvidosos da existência do espírito de competitividade
creram que a seleção da Espanha entregou o jogo ao Brasil. Que o título da Copa
das Confederações teria sido “arrumado” para dar um sossega leão na sociedade
brasileira que estava diariamente às ruas cobrando melhores condições de
transporte, saúde e educação no nosso país. Saindo do futebol, a última que ouvi
na semana passada foi de Anderson Silva que supostamente teria entregado a luta
ao Chris Weidman. Bobagens? Acho que sim!
Pontuando essas ocasiões, na Copa de 98 o problema de
convulsão com o Ronaldo horas antes da partida desestabilizou jogadores e comissão técnica. Todos focados na
decisão e de repente uma situação atípica que mexe psicologicamente com
qualquer pessoa próxima daquele evento. Sobre essa Copa das Confederações, o
Brasil foi superior a Espanha e pronto! A seleção espanhola, apesar de ainda
ser uma seleção maravilhosa e com grandes jogadores, dessa vez não teve o foco necessário
para chegar ao título. Na verdade, creio que houve certa ausência de disciplina
e também o desgaste que os jogadores sofreram na semifinal da competição,
calendário e logística depois. Sobre o Anderson Silva, ex-imbatível no UFC, muito
que provavelmente saturou da rotina extenuante
de um esportista que está no topo. Possivelmente, ele relaxou, diminuiu a preparação
e o ritmo. Isso é o suficiente para não deixá-lo mais na condição de supremacia.
Faz cinco anos e meio que convivo dentro dos eventos
esportivos. Entrevisto atletas, jogadores e técnicos. Difícil de acreditar que por dinheiro, alguém
que é competitivo se entrega na hora “H”.
Existem sim, outros motivos. Saturação é um dos motivos. Relaxamento também
é um bom motivo. Evolução da concorrência pode ser acrescentada. Gosto de
enfatizar a questão da saturação por que para o atleta que passa muito tempo no
topo em meio às muitas conquistas, passa esse mesmo tempo empregando esforço ao
limite para manter-se no topo. Não é fácil, mesmo para um atleta com imenso talento!
Porém! Quando me volto a Fórmula 1, vou mergulhar numa tremenda
contradição, agora! Especialmente depois, da notícia publicada pelo colunista
da Folha de São Paulo Fábio Seixas *, na semana passada, de contratos que Ayrton
Senna e Nelson Piquet tiveram com a Lotus, no final da década de 80, com privilégios
contratuais. Deixando claro, que apesar
de excepcionais pilotos da época, desfrutavam de uma estrutura melhor e eram
protegidos dos respectivos companheiros de equipe.
No lado inverso e venenoso sofreu Rubens Barrichello descredenciado
à vencer, diante de Schumacher e atualmente sofre Felipe Massa impotente por
cláusula contratual em relação ao Alonso. Claro que não tive acesso ao contrato da
Ferrari, mas imagina-se que tais termos e regimes de condutas devem existir. Não só na Ferrari ou na Lotus da década de 80.
Creio que quase todas as equipes da Fórmula 1 seguem essa diretriz. No
espaço que a distância do vencedor e do primeiro perdedor é medido por milésimos
de segundos, alcançar o sucesso da vitória talvez não seja tão simples tendo
que oferecer duas estruturas idênticas. Possivelmente, um dos pares de carros é
sacrificado.
Felizmente, há exceções e nem tudo está perdido! Parece que a McLaren mantém a filosofia de igualdade contratual aos seus competidores. No histórico, Senna e Prost tinham igualdade e atualmente Button e Pérez idem.
Felizmente, há exceções e nem tudo está perdido! Parece que a McLaren mantém a filosofia de igualdade contratual aos seus competidores. No histórico, Senna e Prost tinham igualdade e atualmente Button e Pérez idem.
Fico de certa maneira desapontado com essa situação. A
essência do esporte não combina com linhas escritas que definem o destino de
cada competidor. Porém o volume da grana envolvida no mundo dos negócios da Fórmula
1 exige-se outra filosofia. Faz sentido que o elemento contrato existe para garantir
o resultado esperado. Conforme o planejado. Muito que provavelmente,
Schumacher, Alonso, Senna, Piquet e outros vitoriosos da modalidade não precisariam dessa colaboração.
Porém essas equipes de Fórmula 1 não curtem a surpresa!
Situações ruins são expostas para que se promovam mudanças! Para que haja novas reflexões! Gostaria muito que essa situação não passasse despercebida. Para haver mudanças, conceitos da Fórmula 1 teriam que ser refeitos. Vejo certa complicação para mudar!
Enfim! Quando você se irritar com Felipe Massa, lembre-se bem
desse passado vitorioso!
Até a próxima!
Esporte na Rede é análise esportiva de qualidade!
* Fábio Seixas, colunista da Folha de São Paulo, por
indicação de um leitor, em seu blog no site do jornal "Folha de S.Paulo",
encontrou o documento no site Legacy Tobacco Documents Library, um arquivo
virtual de documentos relacionados à indústria de cigarros, mantido pela
Universidade da Califórnia. Na época, a Lotus foi patrocinada pela Camel, da
empresa JR Reynolds.
Links:
http://fabioseixas.blogfolha.uol.com.br/2013/07/10/o-contrato-de-senna-em-1987/:
http://fabioseixas.blogfolha.uol.com.br/2013/07/11/o-contrato-de-piquet-em-1988/
Links:
http://fabioseixas.blogfolha.uol.com.br/2013/07/10/o-contrato-de-senna-em-1987/:
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
"O campeão voltou"
Por Luciane Bruno
Brasil – 30 de junho de 2013 – 19h00 – As ruas já estão quase desertas. Todos em suas casas prontos para a grande final. Neste momento, o Brasil todo está atento à final da Copa das Confederações. Olhos vidrados na telinha da TV. No Maracanã, corações ansiosos vibram e emanam energias positivas para a seleção brasileira. Coros de “É campeão!” ecoam por todo o estádio. O hino espanhol soa baixo e sem graça. Diferentemente do brasileiro que é cantado em alto e bom som pelos milhares de torcedores presentes. Muitos não escondem a emoção e choram; outros beijam suas camisas expressando o amor pelo time da sua nação. Lá fora, as manifestações que não cessam, não diminuem a alegria e euforia de quem esta lá dentro à espera do grande show.
Os espanhóis chegam com confiança, botando banca. Afinal, acreditam fielmente que a vitória é deles. Mas não contam com um time dotado de toda a garra e a coragem para enfrentar qualquer seleção. Apita o árbitro. A bola corre com força, com vontade. O Brasil parte para cima quando nos primeiros dois minutos do primeiro tempo, Fred faz o primeiro gol. A torcida vibra. Os espanhóis não acreditam no que veem. E os brasileiros correm para o abraço.
No decorrer dos outros 43 minutos de jogo, os jogadores brasileiros mantêm a posse de bola e encara os espanhóis com firmeza. Diante de toda a adversidade, os jogadores adversários começam a expressar muita insegurança abusando das faltas e se desesperando a qualquer aproximação. Mas a seleção canarinho tem sede de muito mais. Outro lance faria toda a diferença. É quando Neymar marca o segundo gol para a seleção. Um gol certeiro e bonito, que fez as arquibancadas ferverem como nunca. E entre “olés” e dribles termina o primeiro tempo.
No segundo tempo não é diferente. A tão confiante Espanha não está mesmo com sorte. Nos primeiros minutos do segundo tempo, Fred novamente faz mais um gol, o terceiro para o Brasil. Resultado esse que se firma até o final. Deixando o adversário nervoso e muito descontente. Uma sucessão de faltas contra o Brasil e tentativas de impedir o bom desempenho do time resulta na expulsão do craque Gerard Pique.
O jogo termina 3 x 0 para o Brasil. O time é ovacionado pela torcida que grita: “O Campeão voltou”. Desde a comissão técnica até a arquibancada, o clima é de celebração e hora de comemorar. Comemorar mais um título e reconhecer que Luiz Felipe Scolari fez um excelente trabalho.
Senti falta de um gol do Paulinho, uma grande promessa do nosso futebol que com toda a certeza brilhará fora do país. Neymar é aclamado como o terceiro melhor artilheiro do mundo e melhor jogador da competição. Com certeza já vai chegar com moral na Espanha. Fred foi um jogador incrível. Júlio César, o melhor goleiro. Enfim, todos estão de parabéns. Jogaram até o fim com a mesma garra do começo da partida com o mesmo entusiasmo. Hoje deu orgulho do Brasil. A Copa? É, até lá tem chão para percorrer e o time precisará de muito mais. Mas, se os brasileiros estavam desacreditados em relação à Copa das Confederações, temos agora um motivo para manter a fé e a esperança de mais um título mundial. Parabéns Brasil! BRASIL TETRACAMPEÃO DA COPA DAS CONFEDERAÇÕES 2013. ;-)
sábado, 15 de junho de 2013
Brasil estreia na Copa das Confederações contra o Japão
Daqui a pouco, a partir das 16h, a seleção brasileira de futebol estreia contra o Japão na Copa das Confederações de 2013. O jogo acontece na Arena Nacional, o Estádio Mané Garrincha, em Brasília. É a primeira partida oficial do time de Felipão em um estádio construído para a Copa de 2014 no Brasil.Várias emissoras de rádio transmitirão a partida, a partir das 15h. Confira.
Rádio Bandeirantes (Porto Alegre - RS);
Rádio Gaúcha (Porto Alegre - RS);
Rádio Guaíba (Porto Alegre - RS);
Rádio CBN (Rede);
Rádio Band News FM (Porto Alegre - RS);
Rádio Globo (Rede);
Rádio Bandeirantes (Rede);
Rádio Bradesco Esportes (Rio / SP):
Rádio Band News FM (Rede);
Rádio Jovem Pan (Rede);
Rádio Transamérica (Rede);
Super Rádio Tupi (Rio de Janeiro - RJ)
Rádio Manchete AM (Rio de Janeiro - RJ);
Rádio Itatiaia (Belo Horizonte - MG);
Rádio Central (Campinas - SP);
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