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domingo, 12 de outubro de 2014

Dunga e seleção Brasileira, formam um casal perefeito.


Meus caros, o técnico Dunga é um predestinado. O bom gaúcho tetra campeão do mundo tem o brio de comandar a seleção brasileira. Pode ser como jogador e capitão, ou como treinador. Neste sábado diante da Argentina pelo torneio o super clássico das américas, o bom velho Dunga deu um nó tático na seleção Hermana.

Soube ser humilde e reconhecer que hoje a seleção canarinha não tem uma equipe melhor que a atual vice campeã do mundo. Jogou fechadinho com um sistema defensivo bem postado, e apostou suas fichas na frente, usando a velocidade de Neymar e Tardelli.

Aliás, o centroavante de Dunga marcou dois e sacramentou a vitória da seleção; e ainda por cima, afirmou a tese que centroavante parado na área morre de “fome” nos dias atuais, não tem mais espaço para essa função no futebol.

Outro ponto que me chamou atenção, foi preparar o time emocionalmente, e deixar a seleção fluir naturalmente na partida sem utilizar os experientes Robinho e Kaká, ambos ficaram no banco e entraram no final da partida. (E Felipão... se tivesse sendo humilde que nem o Dunga diante da Alemanha, rapaz, não tomaríamos de sete. )

Dunga ganhou de tudo como treinador da seleção, Copa das Confederações, Eliminatórias, Copa América, mas, faltou o mundial de 2010, perdeu o título daquele ano  por erros individuais contra Holanda, sendo eliminado nas quartas de finais. Saiu da seleção por não paparicar a mídia esportiva, e a CBF cedeu à pressão, demitindo o treinador.

Creio que, com sua volta a seleção Brasileira volte a forcar no trabalho para o Mundial de 2016 na Rússia. Acredito no sucesso de Dunga novamente, com vitória para cima da Argentina, o gaúcho, mostrou que ele e seleção brasileiras formam um casamento perfeito.  
Rafael Jacobucci - O Faro da Bola.
 

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Reformulação com o Novo velho Dunga


É, meus caros, começou a era Dunga na Seleção Brasileira. Contradizendo a própria a CBF que demitiu o treinador após a copa de 2010 e que hoje o traz de volta para a Copa de 2018.

Acredito no trabalho de Dunga, capacidade ele tem, demonstrou na sua primeira passagem. Mas, na minha visão, seu retorno não é fruto do seu ótimo trabalho, mas sim, pela blindagem  que o treinador fará para Marin e Del Nero que não têm peito para aguentar a pressão da torcida e imprensa.

É óbvio que os números do Dunga na seleção são bons, o tetra campeão do mundo ganhou tudo à frente da amarelinha, exceto o mundial. Porém, foi eliminado diante da vice-campeã Holanda nas quartas de final, por erros individuais.

A má relação com a imprensa também prejudicou a primeira passagem de Dunga na seleção, o próprio treinador reconhece isso. Pode ter certeza, que teremos um Xerifão mais maleável com a mídia.

Agora, taticamente, teremos uma grande interrogação. O técnico gaúcho, depois que saiu da seleção, apenas trabalhou seis meses no comando técnico do Internacional, conquistou o campeonato gaúcho é verdade, mas, ficou muito tempo fora do futebol.

Dunga prioriza demais o coletivo em suas equipes, gosta de usar uma marcação forte com uma boa saída rápida ao ataque, foi o que vimos nessa copa de 2014.

Na coletiva, achei um ponto interessante que Dunga destacou, o importante é com quantos jogadores chegamos até o ataque e não congestionar o campo com jogadores ofensivos.

E veremos isso na seleção, creio que não iremos fugir desse padrão, e a base da copa de 2014 será mantida. O próximo compromisso da Seleção é em setembro, dia 5, diante da Colômbia, vamos aguardar para ver como será a nova Seleção do velho Dunga. 


Rafael Jacobucci - O Faro da Bola