Na última terça-feira, o Esporte na Rede recebeu o médico do Palmeiras, Dr. Rubens Sampaio. Ele falou dos contundidos do time: Valdívia, Maikon Leite e Kleber. Também falou sobre a carreira na medicina e outras particularidades da medicina esportiva.
Ainda teve Paulistão, Torcedor na Rede e a análise do GP da Malásia. Programa imperdível. O Esporte na Rede é exibido pela emissora web UPTV (www.uptv.com.br). Vai ao ar toda terça-feira, AO VIVO, a partir de 20h.
Tem uma hora de duração e recebe muitos convidados do mundo esportivo. Foca na análise esportiva inteligente e bem-feita, com a participação do internauta em tempo real. A interatividade é nosso diferencial. Mais informações: www.esportenarede.org. Veja abaixo as fotos e o vídeo na íntegra da atração. Esporte na Rede, análise esportiva de qualidade! Um forte abraço.
Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=OUEG_AAJQiw
quinta-feira, 28 de março de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
Esporte na Rede recebe médico do Palmeiras
O Esporte na Rede de hoje vai falar sobre medicina esportiva. Em nossos estúdios, o médico do Palmeiras, Dr. Rubens Sampaio, vai responder as inquietas perguntas dos internautas sobre o chileno Valdívia, que tem se contundido com frequência no alviverde.
Também tem Paulistão, Torcedor na Rede e tudo sobre o GP da Malásia de Fórmula-1! Imperdível! Hoje, às 20h, AO VIVO, na UPTV (www.uptv.com.br). Mais informações, acesse www.esportenarede.org. Mande sua pergunta! Te espero! Esporte na Rede, análise esportiva de qualidade!
Coluna Momento Motor - Temperatura vulcânica na Malasia
Coluna Momento
Motor: Temperatura vulcânica na Malasia
Dessa
vez, não foi só clima tropical que esquentou o ambiente da Fórmula 1. Brigas
intensas dentro e fora da pista amplificaram a tensão no Paddock. Foi um
Grande Prêmio muito disputado e de preocupação com a resistência dos pneus em
temperatura quente.
Nisso,
o “prato quente” estava servido nos treinos livres de sexta-feira. Notou-se logo que os carros de F-1 eram
máquinas moedoras de borracha. Vettel queixou-se do cardápio oferecido pela
Pirelli nas opções de composto médio e duro. A preocupação foi por degradação severa.
Mark Webber subiu o tom ao mencionar que a influência dos pneus era
superior ao carro como um todo. E a
preocupação de todos era se teria pneus suficientes para cumprir todo o cronograma
do final de semana.
Mas
na Malásia chove e ela apareceu nos treinos de classificação para aliviar o temor. No primeiro
estágio, Q1, a pista se apresentou molhada. Os pneus utilizados foram de composto intermediário. E lá no Q1 ficaram
os quatro da Marussia e Catherham, Valtteri Bottas e Jean- Éric-Vergne. No Q2
nenhuma surpresa. Diferente da Austrália, os dois pilotos da McLaren avançaram
ao Q3. No último estágio, Sebastian Vettel foi o matador de sempre e conquistou
mais uma pole-position. No último instante do treino, ele e Felipe Massa
marcaram os melhores tempos e dividiram a primeira fila do grid de largada.
Alonso sucedeu na terceira colocação e Hamilton inseriu a Mercedes na segunda
fila. Raikkonen largaria de novo na sétima colocação, mas uma punição colocou o
finlandês na décima posição.
A
largada do domingo em Sepang foi muito, muito melhor para Mark Webber. O salto
foi excelente, do quinto ao segundo lugar, considerando o abandono de Alonso na
segunda volta, após o toque com Vettel na curva 1, ainda na primeira volta. Felipe Massa sofreu o revés na largada dessa
vez. Caiu do segundo para o sexto lugar. Raikkonen não foi bem, do décimo caiu
para o décimo segundo lugar. Vettel manteve-se a frente formando esquadrão da
RBR nas posições 1 e 2 e a Mercedes foi o esquadrão sucessor nas posições 3
(Hamilton) e 4 (Rosberg). Até a primeira parada nos boxes, todos calçados com
pneus intermediários, logo a pista secou formando aquele trilho ideal. O
suficiente para todos partirem para os pneus de pista seca, composto médio ou duro,
após a primeira parada.
Assim
como nos treinos, as máquinas moedoras de borracha entraram em ação, não
importando muito a questão do composto. No detalhe da imagem focada em uma das
curvas e a carona na tecnologia do “super slow montion” tornaram possível
observar o processo de dilacera de pneu. Essa situação tornou a corrida
movimentada nos boxes e cheia de pegas, especialmente no pelotão intermediário. Quatro foi o número necessário de paradas nos boxes. Enquanto
isso, lá na frente, na briga dos esquadrões também não foi diferente. Após a
primeira parada, Webber assumiu a primeira posição que era de
Vettel. Houve também um momento, na volta 26, que os quatros primeiros estavam separados
por apenas dois segundos e meio. Pouco depois, começara o que pode ter sido a
faísca de toda a explosão que sucedeu durante a corrida e até depois dela.
Vettel reclamava para equipe via rádio da lentidão de Webber. Vettel ouviu como resposta um “tenha paciência”.
No pelotão intermediário, não era um dia muito favorável a Force India que passou por uma jornada
frustrante na Malásia. Após problemas nas duas paradas de boxes, os dois pilotos
abandonaram melancolicamente na volta 29. A McLaren dava o ar da graça com
Jenson Button liderando a corrida na volta 35. Insuficiente, pois logo depois
perdeu posição para Webber e Hamilton. Depois, ao sair da terceira parada de
boxes, a roda dianteira se soltou do carro e detonou com a corrida do inglês, que abandonou posteriormente. Sergio Pérez terminou apenas na 9ª posição. A
sensação chegou a ser de melhora durante a corrida, mas o
resultado final foi ruim.
A
volta 44 foi tensa no pelotão dos dois esquadrões da frente. Vettel atacou Webber
e a disputa na pista acabou sendo dura demais. O clima dos boxes da RBR
denunciava a situação. Adrian Newey só não arrancou os cabelos por que não os têm.
Na Mercedes não era diferente, Rosberg chegou a ultrapassar Hamilton, que logo conseguiu
dar o troco e reverter a situação. Enquanto isso, Ross Brawn, ainda com fios de
cabelo, era só preocupação. As disputas pela primeira e terceira posições
seguiram até a volta 46. Vettel ultrapassou Webber no fio da navalha! Na Mercedes, Nico Rosberg ouviu um “não” pelo rádio do patrão Ross
Brawn. A discussão sucedeu por voltas depois, como uma resposta atravessada de
Nico Rosberg. Algo do gênero que esse episódio seria lembrado posteriormente. Do
lado da RBR, o vulcão entrou em erupção após a bandeirada final. Webber depois
de ter passado na linha de chegada em segundo lugar, passou triscando no carro
de Vettel, demonstrando toda a raiva do mundo. Depois, na sala de acesso ao
pódio, Webber com cara de poucos amigos e reclamando abertamente da atitude de
Vettel ao Newey. O chefe engenheiro tentou
contornar a situação, mas já era tarde, a crise na RBR estava instaurada. No
pódio ninguém estava sorrindo. Nem Vettel com a vitória, provavelmente a mais tensa da vida dele,
nem Webber que ficou muito bravo com a atitude do companheiro de equipe saindo perdedor
da corrida e nem Hamilton que ficou na maior saia justa após as ordens de Ross
Brawn à Rosberg. Vettel tentou se desculpar pelo episódio durante a entrevista
coletiva pós-corrida. Mas não adiantou muito.
Raio-X
do pós-GP (as polêmicas):
Essa
questão de equipe e pilotos, preferência por um ou por outro, decisões do time
durante a corrida, há tempos, vêm gerando conflitos. Poderia citar uma dezena de
fatos entre pilotos da mesma equipe ao longo da história de F-1.
O ambiente sempre foi e sempre será altamente competitivo. Só que ultimamente, a equipe virou uma corporação, com estrutura,
hierarquia e regulamento próprio. Atualmente,
com o volume de negócios e dinheiro envolvidos, a equipe segue uma tendência de
pré-definir o piloto preferencial para conquista das glórias e o piloto que vai apenas apoiar o time para que essa glória seja alcançada pelo número 1. Pra resumir, o negócio vem
superando a essência do espírito esportivo.
Isolando
os dois casos e começando pela Mercedes. Não achei correta a atitude de Ross
Brawn em proibir o Nico Rosberg de tentar ultrapassar Lewis Hamilton, por mais que existia o risco dos dois baterem ou que recém contratado Hamilton seja o preferido para as glórias no time. Ross Brawn já fez isso no passado, pela
Ferrari. Brawn, tão gênio na estratégia, parece não compreender corretamente esse espírito esportivo. Ele segue outro padrão de lógica, que no
meu ponto de vista, não condiz com a realidade da competição esportiva. Ele visa apenas eficiência. E o detalhe é que Hamilton não precisava disso. É apenas um começo de
campeonato e certamente foi uma medida extremamente desnecessária. Dentro da equipe, Niki Lauda criticou a
postura de Ross Brawn.
Em
relação a RBR a situação foi mais complexa. Vettel na volta 28 quis prevalecer a
condição de preferido na equipe por ter conquistado o status de tricampeão pressionando a equipe na alegação de que Webber estava
lento. Já foi uma pisada de bola, em termos de ética e espírito esportivo. A equipe foi sensata e
apenas pediu para que ele tivesse paciência. Na parte final da corrida, a
equipe ordenou aos dois pilotos que configurassem o mapeamento de motor para um
regime mais baixo, com a finalidade de diminuir o ritmo e poupar o motor.
Webber obedeceu considerando que o segundo colocado da corrida era o piloto da casa. Mas o
piloto da casa deu uma de vilão, manteve a configuração de alto desempenho e ultrapassou
Webber ignorando a posição da equipe. Mais uma pisada de bola.
Mas
antes de crucificar Vettel neste episódio e até merece. Voltamos ao tal
do espírito esportivo. É correto pilotos agirem condicionados pela corporação? É um esporte, onde cada carro com cada
piloto está lutando por uma única vitória. Não é algo dividido! Cada equipe possui dois carros. Aliás podemos considerar que cada equipe possui duas equipes. Haverá sempre só um vencedor! A lição que fica? Que o papel da equipe deveria apenas de monitorar, passar todas
as informações ao piloto durante a corrida e o mais importante, deixar o PILOTO COM PODER DE DECIDIR. A impressão é que os pilotos não têm mais autonomia e são delimitados nas ações em pista! Nota-se em todas as situações desse GP e fatos que vem ocorrendo há um certo tempo na F-1. Se neste
domingo, Webber recebesse da equipe apenas a sugestão de diminuir o
ritmo para poupar equipamento, mas na eminência de Vettel se aproximar, Webber ser apenas informado da situação e dele o poder de decisão para manter o ritmo, talvez, o final dessa história teria sido diferente, pois Vettel seria observado por Webber como um concorrente a vitória na corrida e não o piloto da corporação.
Infelizmente, a equipe, quer controlar toda a situação na pista! Mas isso contradiz com o DNA daquele que coloca um capacete e tem sede para vencer. Por fim, a disputa na pista ficou em segundo plano e a briga entre Vettel, Webber com a corporação envolvida no meio, ganhou mais importância na mídia, como uma novela, onde o fato teve o mocinho e o bandido! E as páginas de notícias vão rolar nesse fato até o próximo GP.
Raio-X do pós-GP (mais suave):
Para
não passar batido no episódio, foi engraçada a cena inusitada de Hamilton entrando no pit
da Mclaren. Essa segunda-feira rendeu bons cartoons e até mensagens via Twitter da McLaren brincando
com a situação!
Raikkonen não foi tão bem como na Austrália terminando em sétimo lugar.
Por fim, Felipe Massa não fez um bom primeiro terço de corrida. Teve que batalhar
para recuperar posições e no fim das contas, conseguiu chegar em quinto lugar.
Só acho que Massa precisava aproveitar melhor essas corridas quando Alonso estiver fora da
disputa.
A próxima...
Fórmula
1 agora só na China, daqui a três semanas! Até lá, muita água vai rolar nos bastidores!
Vamos aguardar os desdobramentos! Até a próxima!
Esporte
na Rede na Fórmula 1 é análise esportiva de qualidade!
quinta-feira, 21 de março de 2013
Esporte na Rede recebeu árbitra da FIFA, Regildênia de Holanda Moura
Na última terça-feira o Esporte na Rede falou de arbitragem feminina no futebol. Em nosso estúdio, a árbitra da FIFA, Regildênia de Holanda Moura, falou sobre a profissão. Disse que ama a adrenalina dos jogos e contou uma série de curiosidades sobre arbitragem, inclusive quanto ganha por partida.
Ainda falamos de Paulistão. Quando o assunto foi o São Paulo, o debate pegou fogo! Também teve Torcedor na Rede e tudo sobre o GP da Austrália de Fórmula-1! Imperdível! O Esporte na Rede é exibido pela emissora web UPTV (www.uptv.com.br).
Vai ao ar toda terça-feira, AO VIVO, a partir de 20h. Tem uma hora de duração e recebe muitos convidados do mundo esportivo. Foca na análise esportiva inteligente e bem-feita, com a participação do internauta em tempo real.
A interatividade é nosso diferencial. Mais informações: www.esportenarede.org. Veja abaixo as fotos e o programa na íntegra. Esporte na Rede, análise esportiva de qualidade! Um forte abraço.
Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=-wSV8Ha6pjI
Ainda falamos de Paulistão. Quando o assunto foi o São Paulo, o debate pegou fogo! Também teve Torcedor na Rede e tudo sobre o GP da Austrália de Fórmula-1! Imperdível! O Esporte na Rede é exibido pela emissora web UPTV (www.uptv.com.br).
Vai ao ar toda terça-feira, AO VIVO, a partir de 20h. Tem uma hora de duração e recebe muitos convidados do mundo esportivo. Foca na análise esportiva inteligente e bem-feita, com a participação do internauta em tempo real.
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Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=-wSV8Ha6pjI
terça-feira, 19 de março de 2013
Esporte na Rede recebe árbitra da Federação Paulista de Futebol
Hoje o Esporte Na Rede fala sobre arbitragem feminina. Em nosso estúdio, a presença da árbitra da Federação Paulista de Futebol, Regildênia de Holanda Moura. Ela vai falar sobre carreira, futuro e curiosidades sobre a vida de árbitra de futebol.
Ainda tem Paulistão, Torcedor na Rede e tudo sobre o GP da Austrália, com o especialista em velocidade, Paulo Arnaldo Lima! Imperdível! Hoje, às 20h, AO VIVO, na UPTV (www.uptv.com.br). Mais informações, acessewww.esportenarede.org. Mande sua pergunta! Te espero! Esporte na Rede, análise esportiva de qualidade!
segunda-feira, 18 de março de 2013
Coluna Momento Motor: Lotus, a primeira de 2013.
Coluna Momento
Motor: Lotus, a primeira de 2013.
Poucos lembram. Em janeiro, a
Lotus foi a primeira equipe a apresentar o carro da temporada. E agora, foi a
primeira a vencer na temporada. Surpresa? Zebra? Talvez! Recordo-me que na
apresentação do E21, o chefe da Lotus salientou que a escuderia poderia
conquistar “grandes coisas”. Pois bem, no
primeiro GP do ano, a Lotus já conseguiu um grande feito!
Mas voltando ao ponto da
surpresa, após o treino livre da sexta-feira, todos olhavam perplexos com
domínio avassalador de Sebastian Vettel com o seu RBR, nas ruas de Albert Park,
em Melbourne. Muitos cravaram a afirmação de que a RBR estaria superior
novamente!
No sábado choveu. Choveu tanto que
Vettel não conseguiu repetir o desempenho da sexta. Alguns pensaram “ótimo”! Na possibilidade do domingo ter pista seca e
Vettel não largar na pole, a corrida ganharia emoção. O Q1 foi no sábado bem
chuvoso com água na pista e pequenos acidentes. Massa e Gutiérrez que o
digam. Ainda assim, Massa qualificou-se para
o Q2, já o jovem mexicano, não. E ainda
teve um Pastor Maldonado não classificado para o Q2, reclamando da sua Williams
“inguiável”. A chuva apertou após o Q1. No lugar dos carros, rodos na pista. Charlie
Whiting aguardou, aguardou... E como a
corrida na Austrália foi ao final de tarde, logo escureceu. A pista continuava
com poças d’ água e em condições “inseguras” para o prosseguimento do treino
classificatório. Enfim, o Q2 e Q3 foram transferidos para o domingo. Aqui no
Brasil ainda foi no sábado, 18 horas depois do Q1. No domingo australiano, a
pista ainda úmida, os pilotos guiaram no Q2 com os pneus intermediários. Dessa
vez, quem ficou pelo caminho foi o estreante da McLaren, Sergio Pérez, que
arriscou utilizar o pneu supermacio e pagou o preço pela escolha infeliz. Jenson
Button foi para o Q3, mas a McLaren mostrava que o carro não parecia ser tão
bom como do ano passado. Aí no Q3, Vettel mandou aquela luneta na concorrência com
uma pole position irretocável. Webber classificou-se em 2º para mostrar ao
mundo que a RBR está forte como sempre! Massa recuperou-se da batida do Q1 no
sábado e conquistou um belíssimo 4ª lugar.
No domingo mais tarde, a corrida.
Pra variar, Webber largou mal. Como esse rapaz tem problema nas largadas? É incrível! Bom para o Felipe Massa que largou muito bem e
saltou para o segundo lugar. Defendeu-se bem de alguns ataques do Alonso e
passou a acompanhar o Vettel que tentava escapar na frente. Hamilton e
Raikkonen apareceram no bolo brigando pela quarta posição. E Mark Webber... foi
lá pra trás, caiu para a sétima posição.
Tão logo, a partir da sétima
volta, a turma do pelotão da frente, que estava calçado de pneus supermacios,
foi aos boxes para a primeira troca de pneus. Hamilton e Rosberg prolongaram um
pouquinho e pararam após a décima volta. Adrian Sutil, de retorno à F-1, por
ter largado com pneus médios não parou neste momento e sentiu o gostinho de liderar o GP. Atrás dele, os
pilotos mantiveram a mesma ordem com uma posição atrás: Vettel (2ª), Massa (3ª), Alonso (4º), Raikkonen
(5ª). Isso até a volta 22, quando Sutil foi para os boxes e Vettel e Alonso
foram para a segunda parada. No retorno à pista, o alemão da RBR ultrapassou o
compatriota da Force India. Nisso, Massa permaneceu na pista e só realizou a
segunda parada, duas voltas depois, na volta 24. E isso foi o suficiente para o
Massa se dá mal na estratégia e perder a posição para Alonso. Alonso, além de
ganhar a posição de Felipe, também ganhou a posição de Sebastian Vettel. Kimi
Raikkonen não parou a essa altura da corrida e assumiu a liderança, com Hamilton
e Nico Rosberg logo atrás. Alonso com o lucro das duas posições conquistadas se
posicionava na quarta posição. Logo depois, Rosberg não durou na corrida ao abandonar
na volta 27 por problema elétrico. Hamilton sofreu com o desgaste nos pneus e aos
ataques de Alonso. Ele não resistiu a situação na volta 31 e foi forçado a ir aos boxes para uma nova troca de pneus. Pelo desgaste, a Mercedes não conseguiu
manter a estratégia de duas paradas na corrida.
Com a Lotus foi diferente! Não
teve “tempo ruim” com desgaste de pneus e aqui foi o ponto fundamental da vitória
do homem de gelo. Kimi, simplesmente estava com 16 segundos de vantagem sobre
Alonso, quando ele parou pela segunda vez para a troca dos pneus na volta 34.
Três voltas depois, a turma das três paradas iniciou a terceira passagem pelos boxes
para reposição de pneus. No retorno, Kimi ainda perdeu a primeira posição para
Sutil, que novamente sentia o sabor da liderança no GP. Mas na volta 44, Kimi a recuperou. Sutil ainda tinha que parar novamente para calçar os supermacios.
Fernando Alonso ocupou a segunda colocação e Vettel a terceira. Os sete
segundos, mesmo com seis voltas de diferença de vida útil entre os pneus de
Raikkkonen e Alonso, foram suficientes para deixar Kimi Raikkonen na liderança
e conquistar a vitória no primeiro GP. Vigésima
da carreira bem ao estilo do finlandês. Nas
poucas palavras, Kimi disse que venceu por que entendeu perfeitamente o pneu. É
isso aí!!!
Raio-X pós GP:
A Williams foi péssima. De fato o
carro da equipe de Sr. Frank parece ter piorado e a equipe volta a viver um ano
de pesadelo, como foi em 2011. Pastor Maldonado arrebentou nas declarações logo
de cara, ao sair do carro sem classificar-se para o Q2, sábado. Fazia tempo que
não ouvia alguém chamar um carro de F-1 de inguiável!
Adrian Sutil merece grande
destaque! Mesmo sem correr há um ano, apareceu bem “na fita” durante a corrida.
Quando todos imaginavam um ano de sucesso ao Paul Di Resta, foi o escocês que saiu bravo com a
equipe e com o desempenho do seu carro. Sutil, que não teve nada a ver com essa
história, roubou a cena. Guiou bem e mostrou ao mundo da F-1 que está em excelente
forma!
A McLaren decepcionou. Vamos
aguardar se a equipe se recupera logo, quem sabe na Malásia. Avalio que Sergio
Pérez sentiu o “baque” de estrear em equipe grande. No Q2, pareceu ter partido
dele a ideia de utilizar os pneus supermacios.
Essa foi a minha impressão quando a TV flagrava na garagem da McLaren, a abordagem do engenheiro ao piloto mexicano. Na corrida, Pérez esteve perdido e terminou apenas em 11º. Foi uma
estreia muito ruim. Jenson Button não conseguiu extrair um “coringa”, com o
carro apresentando um nível muito abaixo. Ele teve que se conformar com um 9º
lugar. Péssimo dia para McLaren! Só espero que não seja um péssimo ano!
A Ferrari começou 2013 melhor que
2012. Felipe Massa foi combativo do início ao fim. Felipe largou muito bem e foi arrojado ao
defender-se dos ataques de Alonso. Saiu no prejuízo, por erro de
estratégia. Não acertaram o momento correto da segunda parada nos boxes. Errinho que lhe
custou uma posição no pódio. Já Fernando
Alonso foi assertivo na leitura e tomada de decisão no decorrer da corrida. Ele
saiu no lucro, ganhou duas posições e terminou em segundo lugar. Boas perspectivas para a equipe de Maranello
no ano.
Muito que provavelmente a RBR aparecerá
forte no próximo GP, Malásia, próxima semana. Apenas nos treinos como foi na
Austrália? Duvido! A RBR tem um carro nas mãos e o fato de não ter vencido na
Austrália pode ter sido por detalhes técnicos. Além disso, na Malásia a
temperatura estará mais alta, o que deve mexer um pouco nas coisas!
Evidentemente que a equipe terá que trabalhar no desgaste de pneu. Mas sabemos
que Adrian Newey, a qualquer momento, acertará esse detalhe técnico logo!
Pra finalizar, a Lotus foi a melhor
equipe do GP! Não foi só pela estratégia de parar uma vez menos! Por que sem um
carro econômico no desgaste de pneu, não teria funcionado a eficácia da
estratégia. Vide que a Mercedes tentou ir pelo mesmo caminho e não funcionou. A
Lotus e Kimi Raikkonen entenderam melhor que os outros, os novos compostos de
pneus da Pirelli. E foi muito legal ver o homem de gelo vencendo na primeira etapa.
Na próxima...
O GP da Malásia já será no
próximo final de semana. McLaren irá recuperar-se? A RBR voltará a ser tão
forte como se imaginava? A Lotus vencerá de novo? E a Mercedes será mais
confiável? Só há uma quase certeza! Tudo indica que irá chover durante os
treinos e a corrida. Corrida no final de tarde para aqueles lados é certeza de aguaceiro
na pista. E é por isso, que a corrida na Malásia deverá ser recheada de emoções
e mais surpresas!
Esporte na Rede na Fórmula 1 é análise
esportiva de qualidade! Até a próxima!
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